Dina Sequeira
Luz de TaviraTenho uma parede de sete metros virada a sul, com uma janela ao fundo. Era o pesadelo do pintor anterior. Depois do barramento, a luz entra de manhã e não se vê uma única linha. Valeu cada euro que paguei.
Fazemos o barramento de pladur em Tavira até ao nível de acabamento que cada divisão exige — do tratamento de juntas ao barramento geral pronto a receber primário.
Vamos ver as paredes, conferimos a superfície com luz rasante antes de dar preço e entregamos o orçamento por escrito, com data de entrada e de saída de obra.

Aconteceu a muita gente por aqui. A obra acaba, o pintor dá as duas demãos, está tudo impecável à noite. No dia seguinte, com o sol da manhã a entrar de lado, a parede denuncia tudo: as linhas das juntas, os pontos dos parafusos, uma ondulação ao longo do corredor.
Ninguém viu nada enquanto a luz vinha do teto. O barramento é a fase que decide isto — é ele que transforma placas aparafusadas numa superfície contínua. Bem feito, ninguém fala dele.

A parede fica uniforme de ponta a ponta: não se adivinha onde acaba uma placa e começa a outra.
A tinta assenta por igual, sem zonas mais mate do que outras.
Poupa demãos: sobre uma base bem barrada e selada, duas chegam onde noutra precisaria de três.
As esquinas aguentam o dia a dia — móveis, aspirador, malas de hóspedes — sem lascar.
Pode escolher acetinados e cores escuras sem receio, que são precisamente os acabamentos que mais denunciam defeitos.
As fotografias do alojamento local saem limpas, sem sombras estranhas a meio das paredes.
Evita o retrabalho mais caro de todos: mandar lixar e repintar uma casa já mobilada.
Fica com uma base estável, que não abre fissuras nas juntas ao primeiro inverno húmido.
Se um dia tiver de tapar um buraco, a reparação disfarça-se em vez de ficar à vista.

Acabou de montar as divisórias e não quer estragar o trabalho todo na última fase. Comprou um apartamento em Cabanas cheio de remendos deixados por inquilinos anteriores. Ou abre um alojamento em março e sabe qual é a primeira coisa que o hóspede fotografa: a parede atrás da cama.
Tem na cabeça uma casa de paredes limpas, contínuas, sem sombras a meio. Entre isso e o que tem hoje estão poucos milímetros de massa — e é exatamente dessa camada que tratamos.
Diz-nos quantos metros quadrados tem e em que estado está a superfície.
Vamos ao local e conferimos as paredes com luz rasante, para identificar juntas abertas, parafusos à vista e zonas fora do plano.
Combinamos o nível de acabamento que faz sentido em cada divisão e enviamos o orçamento por escrito.
Protegemos pavimentos, rodapés, caixilharia e tomadas antes de abrir um balde.
Reforçamos as uniões com fita de papel microperfurada e colocamos cantoneiras nas arestas e nos vãos.
Aplicamos a primeira camada de massa à espátula e deixamos secar o tempo que a divisão pedir.
Barramos a segunda e a terceira camada, cada uma mais larga que a anterior, para diluir a junta na parede.
Lixamos com girafa ligada a aspirador e voltamos a conferir tudo com holofote rasante.
Corrigimos o que o holofote revelar, por mais pequeno que pareça.
Aspiramos, retiramos as proteções e entregamos a parede pronta a receber primário.




A diferença raramente está na massa que se compra. Está no tempo de secagem e na luz com que se confere o trabalho.
No inverno, com a humidade que sobe da ria, uma camada que na embalagem seca em quatro horas pode precisar do dobro — e barrar por cima de massa ainda húmida é o que provoca fissuras um ano depois. No verão o problema inverte-se: seca rápido de mais e fende. Ajustamos as demãos ao dia.
A conferência final é sempre feita a holofote rasante, antes de qualquer tinta.
Peça o orçamento do seu barramento de pladur em Tavira
Diga-nos quantos metros quadrados tem ou marque uma visita. Vemos as paredes com luz rasante, dizemos-lhe que nível de acabamento precisa e entregamos o valor por escrito, sem compromisso.
Trabalhamos nas freguesias de Tavira (Santa Maria e Santiago), Conceição e Cabanas de Tavira, Luz de Tavira e Santo Estêvão, Santa Catarina da Fonte do Bispo, Santa Luzia e Cachopo. Saímos igualmente para Olhão, Vila Real de Santo António, Loulé ou outro ponto qualquer do Distrito de Faro.
Neste serviço, estar perto pesa mais do que noutros. Um barramento tem esperas entre camadas, e quem trabalha a vinte minutos volta no dia em que a parede está no ponto, em vez de encaixar a sua obra entre duas a sessenta quilómetros.
Se procura uma empresa de gesso cartonado em Tavira que trate da obra do princípio ao fim, fale connosco.


O nosso ponto de partida são os 10 €/m², valor meramente indicativo.
O que o faz subir ou descer: o nível de acabamento pedido, o estado atual da superfície (placa nova ou paredes com remendos antigos), a altura do pé-direito, a quantidade de arestas, vãos e nichos, se há tetos incluídos, a época do ano — no inverno as secagens são mais lentas — e se a casa está habitada e mobilada.
Vemos as paredes, medimos e damos-lhe um orçamento fechado. A visita não custa nada.
Vimos, e dentro do concelho não cobramos a deslocação. Neste serviço a visita é quase obrigatória: só encostando uma luz rasante à parede se percebe se bastam duas camadas ou se há zonas fora do plano a corrigir. Uma fotografia de telemóvel não mostra isso. Marcamos à hora que lhe der jeito.
No tratamento de juntas trabalham-se apenas as uniões entre placas, as arestas e os pontos dos parafusos. No barramento geral aplica-se massa sobre toda a superfície, eliminando a diferença de textura entre o cartão da placa e as zonas barradas. É o que se recomenda com luz rasante, cores escuras ou tintas acetinadas.
Num T2 com cerca de 180 m² de parede, conte com quatro a seis dias úteis. O trabalho em si é rápido; o que manda no prazo são as esperas entre camadas. No inverno algarvio, com humidade alta, cada demão pode levar o dobro do tempo a secar — e não barramos por cima de massa húmida.
Na maioria dos casos, sim. Organizamo-nos por divisões, para ter sempre uma zona livre. Tapamos pavimentos, rodapés e mobiliário, e a lixagem é feita com máquina ligada a aspirador. Ainda assim há sempre algum pó fino: se tiver roupeiros abertos ou equipamento sensível, vale a pena protegê-los.
Entregamos a parede lixada, limpa e pronta a receber primário selante. Esse primário é indispensável: é ele que uniformiza a absorção entre a massa e o cartão da placa. Sem ele, mesmo um bom trabalho acaba com zonas mais mate do que outras. Aplicamo-lo nós, se quiser, ou tratamos também da pintura de pladur em Tavira.
As fissuras de junta vêm quase sempre de fita mal assente, de massa aplicada sobre camada ainda húmida ou da falta de banda de dessolidarização na ligação ao teto. São pontos que controlamos durante a execução. Se mesmo assim surgir alguma no trabalho que fizemos, voltamos lá e corrigimos.
Trabalhamos, mas vemos primeiro. Por vezes basta corrigir pontos; noutras, a camada anterior está mal aderida e lixar e refazer sai mais em conta do que andar a remendar. Dizemos-lhe com franqueza o que encontrámos e apresentamos as duas opções com preço, para decidir com números à frente.
Aceitamos, não exigimos obras completas. Há quem nos chame para uma única parede de sala, para um teto falso que ficou com as juntas marcadas, ou para acertar o corredor antes de pôr a casa à venda. Nesses casos aplica-se um valor mínimo de deslocação, que lhe indicamos logo à partida.
Imagine a casa daqui a um mês. Paredes contínuas, com o sol da tarde a entrar pela sala e nada a denunciar onde esteve cada placa. É um pormenor de poucos milímetros, mas é o que faz uma casa parecer acabada em vez de arranjada.
Daqui até lá o caminho é curto: conte-nos o que tem, vamos ver as paredes com luz rasante, recebe um orçamento por escrito e uma data. Depois é só escolher a cor.


