Alexandra Nunes
Cabanas de TaviraAlugo o apartamento todo o verão e o corredor estava marcado das malas. Pintaram com um acetinado lavável e agora limpo com um pano entre reservas. Deixei de andar a dar retoques de duas em duas semanas.
Tratamos da pintura de pladur em Tavira da preparação ao último retoque — primário selante próprio para gesso cartonado, tinta escolhida divisão a divisão e todo o mobiliário protegido.
Vamos ver as paredes antes de dar qualquer preço e entregamos o orçamento por escrito, com marca de tinta, número de demãos e data de fim.

Compra-se a tinta boa, dão-se as duas demãos recomendadas e, uma semana depois, aparecem zonas mais mate ao longo das juntas e nos pontos dos parafusos. A tinta não falhou. Falhou a base.
O cartão da placa e a massa das juntas absorvem de maneira diferente, e sem um primário selante próprio essa diferença acaba sempre por aparecer. Aqui aparece ainda mais, com o sol a entrar de lado nas salas viradas a sul.
Corrigir depois custa várias vezes mais do que fazer bem à primeira.

A casa fica mais clara: uma superfície uniforme devolve a luz por igual, sem cantos acinzentados.
Limpa marcas de mãos e de malas com um pano húmido, sem levar tinta atrás.
Deixa de ver o bolor a reaparecer todos os invernos no mesmo canto do teto.
O corredor e as escadas aguentam a passagem diária sem ficarem gastos ao fim de um ano.
No dia seguinte já pode voltar a mobilar, sem cheiro a tinta pela casa.
As crianças encostam-se à parede do quarto sem que fique marca permanente.
A próxima pintura sai mais barata, porque parte de uma base sólida em vez de obrigar a lixar tudo.
Se arrenda, as paredes aguentam várias épocas de hóspedes sem retoques entre reservas.
Fica com a cor que escolheu e não com uma aproximação: vê as amostras na sua parede, com a luz da sua casa.

A obra acabou há três semanas e a casa continua com aquele cinzento de massa seca. Ou mudou-se para um apartamento em Santo Estêvão e as paredes ainda têm a cor escolhida pelo inquilino anterior. Ou o teto da casa de banho voltou a ganhar pontos escuros, pelo terceiro inverno seguido.
Na sua cabeça já estão as divisões pintadas, os móveis no sítio e a casa pronta a receber gente. Entre hoje e esse dia estão poucos dias de trabalho. Essa parte é connosco.
Diga-nos quantas divisões quer pintar e em que estado estão as paredes.
Vamos a sua casa, medimos, vemos a superfície com luz rasante e medimos a humidade onde houver histórico de bolor.
Ajudamo-lo a escolher o tipo de tinta e o acabamento de cada divisão, e deixamos amostras na parede para ver com a luz da sua casa.
Recebe o orçamento por escrito, com marca de tinta, número de demãos e prazo.
Protegemos pavimentos, rodapés, caixilharia, tomadas e mobiliário com película e fita de baixa aderência.
Corrigimos o que estiver por corrigir: furos, fissuras de junta, cantos lascados.
Aplicamos primário selante próprio para gesso cartonado em toda a superfície.
Damos a primeira demão, deixamos secar e lixamos de leve antes da segunda.
Aplicamos a segunda demão, à pistola airless ou a rolo, consoante a divisão e o acabamento escolhido.
Percorremos a casa consigo com luz rasante, fazemos os retoques, retiramos as proteções e limpamos antes de sair.




Antes de abrir uma lata, medimos a humidade da parede. Em casas fechadas durante meses, ou a poucas centenas de metros da ria, encontramos com frequência valores que obrigam a esperar — pintar sobre uma base húmida é o que faz a tinta descascar ao segundo inverno.
Em divisões amplas usamos pistola airless, que deixa um filme mais uniforme do que o rolo e evita marcas em paredes compridas. Em quartos mobilados vamos a rolo de pelo curto, que suja muito menos.
A escolha é feita por divisão, não por hábito.
Peça o orçamento da sua pintura de pladur em Tavira
Diga-nos quantas divisões quer pintar. Vamos ver as paredes e a luz que entra, propomos a tinta certa para cada uma e entregamos o valor por escrito, sem compromisso.
Trabalhamos nas freguesias de Tavira (Santa Maria e Santiago), Conceição e Cabanas de Tavira, Luz de Tavira e Santo Estêvão, Santa Catarina da Fonte do Bispo, Santa Luzia e Cachopo. Deslocamo-nos igualmente a Olhão, Fuseta, Loulé ou a qualquer outro ponto do Distrito de Faro.
Conhecer a zona poupa-lhe dinheiro. Uma casa a cem metros da ria pede tinta diferente de uma casa na serra, e nós já sabemos quais aguentam cá os invernos. Se precisar de um retoque daqui a uns meses, estamos ao virar da esquina.
Procura um instalador de gesso cartonado em Tavira que trate também da pintura? É connosco que fala.


Começamos nos 10 €/m², valor meramente indicativo.
O que o faz variar: o número de demãos, o tipo de tinta (mate corrente, acetinado lavável, anti-humidade), se é primeira pintura sobre placa nova ou repintura sobre cores escuras, a altura do pé-direito, a quantidade de rodapés, portas e aros a recortar, se os tetos entram no trabalho e se a casa está mobilada ou vazia.
Vamos ver, medimos e damos-lhe um valor fechado. A visita e o orçamento não custam nada.
Vimos, e dentro do concelho a visita não se paga. Medimos as divisões, vemos o estado das paredes com luz rasante e, onde houver histórico de bolor, medimos a humidade. É isso que nos permite dar um valor fechado, em vez de um preço por metro quadrado que depois sobe a meio da obra.
Num T2 vazio, três a quatro dias úteis: o primeiro para proteções, correções e primário, os restantes para as duas demãos e os retoques. Com a casa mobilada, conte com mais um dia, porque trabalhamos por divisões e há móveis a afastar e a voltar ao sítio.
Pode. Usamos tintas aquosas, de cheiro leve, e organizamo-nos por divisões para ter sempre uma zona livre. Tapamos pavimentos e mobiliário e aspiramos no fim de cada dia. Só pedimos que deixe as janelas abertas algumas horas, o que por cá raramente é problema.
Precisa, sobretudo sendo placa nova. O cartão e a massa das juntas absorvem de forma diferente, e a tinta aplicada diretamente sobre essa base deixa zonas mais mate do que outras. O primário selante uniformiza a absorção e faz com que as duas demãos rendam o que devem render.
Tintas aquosas laváveis com proteção antifúngica e, em tetos com condensação recorrente, uma tinta específica para humidade. No Algarve, entre casas fechadas no inverno e o ar carregado do lado da ria, esta escolha pesa mais do que a cor. Mostramos-lhe as opções com o preço de cada uma.
Pintar por cima não resolve: volta na mesma. Tratamos a zona com produto fungicida, deixamos secar, corrigimos o que estiver danificado e só então pintamos. Se a causa for falta de ventilação ou uma ponte térmica, dizemos-lhe — preferimos avisar a prometer um resultado que não se aguenta.
Fazemos. No último dia percorremos a casa consigo, com luz rasante, e anotamos tudo o que lhe saltar à vista. Esses retoques são feitos antes de fecharmos a obra. Se algo aparecer nos dias seguintes, voltamos cá para corrigir.
Fazemos as duas coisas, e normalmente compensa. Montamos as divisórias, tratamos da instalação de tetos falsos em pladur em Tavira, barramos e pintamos, o que evita a situação clássica de uma empresa culpar a outra quando aparece uma junta à vista. Se as paredes já estão prontas e só quer a pintura, também não há qualquer problema.
Falta pouco. As paredes já estão de pé, a massa já secou e só falta aquilo que toda a gente vê quando entra: a cor. É a fase que transforma uma obra numa casa onde apetece ficar.
Daqui em diante é simples. Diz-nos quantas divisões são, vamos ver as paredes e a luz que entra em cada uma, deixamos amostras na parede, e recebe um orçamento por escrito com data marcada. Depois é só decidir entre o branco quente e o areia.


